É ali que estão mais coisas que escrevo, sugestões de livros de autores independentes, incluindo os meus SEM HORA MARCADA e ZINGARA, ALMA CIGANA E SINAPSES. E ali está o meu contato para CONVERSAS TERAPÊUTICAS , um projeto de atendimento e aconselhamento psicológico:
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
É ali que estão mais coisas que escrevo, sugestões de livros de autores independentes, incluindo os meus SEM HORA MARCADA e ZINGARA, ALMA CIGANA E SINAPSES. E ali está o meu contato para CONVERSAS TERAPÊUTICAS , um projeto de atendimento e aconselhamento psicológico:
"Sabe quando diante de algumas circunstâncias nos sentimos perdidos, confusos e sozinhos? Nesses momentos, além dos amigos, buscamos o profissional da Psicologia. Alguém com conhecimento, formação e experiência em atendimentos, vivência, maturidade, que nos ouça de verdade, a quem possamos confiar nossos dilemas e aquilo que eles nos fazem sentir.
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Adote-se!
ADOTE-SE
Janaína colocou sua única mochila ao lado da cama que seria agora sua, no novo emprego, bem distante das suas costumeiras habilidades. Era uma circunstância desafiadora, mas que não deixava escolha, a não ser que preferisse morar com um homem que a tratava feito lixo. Tinha reunido toda a coragem necessária para ir embora. Não seria a primeira nem a última mulher a pegar um ônibus na rodoviária para uma cidade bem longe, onde uma velha amiga a abrigaria. Em troca de serviços domésticos, no lugar da secretária executiva, ali estava nova oportunidade para se transformar em outra pessoa. Ainda não sabia bem o que seria isso, e agora, já sentada na cama de seu novo quartinho, ouviu uma voz: "Adote-se".
Não havia dúvida, ela ouvira a voz. Acostumada com os mistérios da vida, nada mais a surpreendia. Também tinha aprendido a duras penas que não se ignora coisas desse tipo. Ousou olhar para cima, como se houvesse alguém invisível naquele espaço, e perguntou:
-"Como se faz isso?"
- "Primeiro de tudo, sorria, porque você está salva. Lembre-se que tudo nessa vida é provisório. A mudança aconteceu, você está inteira, e pode olhar para o novo de várias maneiras. Escolha a sua. Depois, o pulo do gato: seja sua filha.
- "Oi?"
- "Dê a você o que daria a uma criança sob sua responsabilidade. Nesse momento, você é a sua filha, e tem necessidades para serem descobertas. Tudo é estranho, certo? Menos o amor que te move. Então, o que é adequado agora para essa menina que vai crescer com a sua ajuda?"
- "Nossa, se eu tivesse adotado uma garotinha tentaria dar a ela um lar, cuidados, respeitaria seus limites, ensinaria como não pisar em lugares perigosos, não economizaria abraços e beijos, mas também limites quando necessários. Trataria de fazê-la de bem com a vida e consigo mesma, enfrentando desafios e crescendo com isso, sempre do lado do bem. E daria a ela valores e significados que fossem direções para realizações em vários níveis. Eu a amaria do jeito que ela fosse..."
- É isso. Adote-se!
Janaína abriu a mochila, tirou dela tudo que encontrou para aplacar o frio, e preparou-se para deitar na nova cama. Vibrava com a certeza da chegada de um novo dia, de novas experiências, e mantendo sim, a visão cor-de-rosa, que na verdade deveria ser verde, a cor da esperança.
E ao adormecer, pareceu ouvir mais uma vez: -"Adote-se!".
Janaína colocou sua única mochila ao lado da cama que seria agora sua, no novo emprego, bem distante das suas costumeiras habilidades. Era uma circunstância desafiadora, mas que não deixava escolha, a não ser que preferisse morar com um homem que a tratava feito lixo. Tinha reunido toda a coragem necessária para ir embora. Não seria a primeira nem a última mulher a pegar um ônibus na rodoviária para uma cidade bem longe, onde uma velha amiga a abrigaria. Em troca de serviços domésticos, no lugar da secretária executiva, ali estava nova oportunidade para se transformar em outra pessoa. Ainda não sabia bem o que seria isso, e agora, já sentada na cama de seu novo quartinho, ouviu uma voz: "Adote-se".
Não havia dúvida, ela ouvira a voz. Acostumada com os mistérios da vida, nada mais a surpreendia. Também tinha aprendido a duras penas que não se ignora coisas desse tipo. Ousou olhar para cima, como se houvesse alguém invisível naquele espaço, e perguntou:
-"Como se faz isso?"
- "Primeiro de tudo, sorria, porque você está salva. Lembre-se que tudo nessa vida é provisório. A mudança aconteceu, você está inteira, e pode olhar para o novo de várias maneiras. Escolha a sua. Depois, o pulo do gato: seja sua filha.
- "Oi?"
- "Dê a você o que daria a uma criança sob sua responsabilidade. Nesse momento, você é a sua filha, e tem necessidades para serem descobertas. Tudo é estranho, certo? Menos o amor que te move. Então, o que é adequado agora para essa menina que vai crescer com a sua ajuda?"
- "Nossa, se eu tivesse adotado uma garotinha tentaria dar a ela um lar, cuidados, respeitaria seus limites, ensinaria como não pisar em lugares perigosos, não economizaria abraços e beijos, mas também limites quando necessários. Trataria de fazê-la de bem com a vida e consigo mesma, enfrentando desafios e crescendo com isso, sempre do lado do bem. E daria a ela valores e significados que fossem direções para realizações em vários níveis. Eu a amaria do jeito que ela fosse..."
- É isso. Adote-se!
Janaína abriu a mochila, tirou dela tudo que encontrou para aplacar o frio, e preparou-se para deitar na nova cama. Vibrava com a certeza da chegada de um novo dia, de novas experiências, e mantendo sim, a visão cor-de-rosa, que na verdade deveria ser verde, a cor da esperança.
E ao adormecer, pareceu ouvir mais uma vez: -"Adote-se!".
terça-feira, 25 de junho de 2019
Vamos em frente!
VAMOS EM FRENTE!
Aquela mulher parecia triste, cabisbaixa, pensativa. Num
impulso que chamaria de solidário, me aproximei, e sentei-me ao seu lado.
Ficamos as duas contemplando o mar, naquele banco na calçada. O visual era
inspirador, com o sol de final de tarde e uma brisa suave criando um clima
suave. Não resisti e lhe perguntei:
- “Quer compartilhar?”
Ela não se surpreendeu. Nosso contato havia sido feito por
vias invisíveis.
- “Andei embarcando nas expectativas alheias e desejo retornar.
Você sabe como se faz isso?”
Fiquei sem reação, mas o comentário dela me atingiu com um
frio na barriga. E respondi, já meio íntima:
- “Nem sei por onde começar uma reflexão dessas ..., seja
mais específica.”
Ela então me explicou que quando menina era castigada com
olhares atravessados e bocas retorcidas sempre que expressava com firmeza o que
desejava; e que recebera o estigma, ainda garota, de agressiva e problemática.
Seguindo a rota dessas fisionomias, conselhos de como ser amada, aprendeu a se
conter, obedecer, e a ter um baú interno onde tudo podia ser muito bem guardado
e trancado. Só que estava constrangida ao perceber que continuava enchendo o
tal baú, que se recusava a fechar, e o pior, agora ele continha muitas
ladainhas que nunca haviam passado por um pente fino. Estava cansada das
simulações, e não sabia como mudar.
Assenti com a cabeça, pois havia compreendido perfeitamente
essa sina que acompanha as pessoas obedientes e confusas, ou confundidas, como
somos todos nós em algum momento. E às vezes, sempre. Aí, perguntei:
- “E se eu tivesse essa resposta, sobre como retornar à
essência, você não estaria repetindo o que faz sempre: seguir as expectativas
alheias?”
Ela me olhou de um jeito simpático e disse: “Você está
certíssima!”.
Levantamos, as duas, porque o encontro se encerrava, e num
impulso que chamaria outra vez de solidário, nos abraçamos. Cada uma seguiu o
seu rumo, mas algo ali havia se transformado. Nenhuma de nós saberia dizer
exatamente quem ou o que... Mas, essa reflexão sobre energias invisíveis fica
para outra ocasião. O mais importante, antes que a sabedoria finalmente um dia nos
envolva, é que não vale melar o jogo e apagar o fogo interior. Há que prosseguir!
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Amiga Querida
AMIGA QUERIDA,
Há tempos não trocamos confidências, mas queria te contar
que tenho tentado resgatar um pouco do
tempo em que eu fui uma garotinha, aquela
que vejo nas fotos do meu álbum de vez em quando. E me ocorreu te perguntar se você
tem um quarto de bagunça. Está rindo, quer saber de onde tirei essa ideia
agora? Vou te dizer. Fala-se tanto em criança interior, que seu significado até
já perdeu a força, você não acha? Uma pena! Ainda bem que as imagens sobre esse
tema têm me chegado à mente. Sabe, outro dia ri sozinha quando me dei conta, de
corpo e alma, que sou ainda a mesma essência. Explico. Ainda tenho infinitas
possibilidades de expressões, mesmo com tantas modificações físicas,
emocionais, mentais, espirituais; durante todo o trajeto de experiências e
relacionamentos, os mais diversos, aprendi inúmeras coisas novas, e olha só,
amiga, eu ainda me reconheço, pelos territórios de lembranças que percorro, com
traços que não mudaram muito. E quer saber? Hoje, distante de crises inerentes à
mocidade, são lembranças até gostosas e engraçadas, pois minha visão é outra.
E aí vi que criei um
quarto de bagunça, que carinhosamente chamo de estúdio, onde pretendo um dia, quem
sabe, colocar um letreiro na parede: “Agora pode!”. Quis compartilhar com você,
talvez para te ouvir contando novamente suas próprias histórias, como fazíamos
na bagunça de nossos corações, antigamente. Adoraria repetir o lustre cor de
rosa, na forma de estrela, que tive um dia no meu quarto, e que eu amava tanto;
creio que não dá mais tempo de providenciar um piano e aprender a tocá-lo, como
aquele que trazia mamãe para perto de
mim, no meu quarto, quando eu cantarolava e assobiava músicas clássicas que ela tocava
lindamente ali. Tudo isso agora se resume a visitas pelos corredores da memória
quando bate a saudade. Faz parte da vida, e acho lindo poder ir lá de vez em
quando, acionando algum interruptor entre meus brinquedos internos. Mas no meu
estúdio tem música, porque sons e ritmos são mágicos, e não passo sem eles.
Isso sem falar de todos os objetos que me refletem: livros, aparelhinhos nossos
de cada dia, escrivaninha, lápis de cor para colorir mandalas, papeizinhos e
lembretes pelas paredes, objetos que acho fofos, cristais, incensos, e até um
pequeno quadro verde com giz e apagador, para estudar como fazíamos tempos
atrás, lembra? Vejo que formei cantinhos, alguns práticos, outros enfeitados, e
acho o local bem simpático. É nesse meu estúdio que faço minha ginástica
energética (uma mistura de exercícios físicos que fui aprendendo pela vida), canto,
assobio, vejo meus filmes, escrevo, e alimento a garotinha que mora ali.
Nesse mundo de escolhas, onde algumas andaram meio
esquecidas, é verdade, percebo que já domino a vozinha crítica que havia absorvido
e tornado minha. E amiga, vou te contar um segredo: estou me livrando dela! Já
posso errar e dar uma boa risada depois, e se te escrevo agora, é porque sinto
falta de você rindo comigo, para através do som dessas risadas comemorarmos
nossas vitórias por essa vida.
Responda, ok? Conte-me também sobre sua garotinha, vou adorar
saber por onde ela anda.
Resposta recebida:
Minha querida amiga,
Que alegria imensa receber sua carta! Fiquei com o coração quentinho e um sorriso no
rosto lendo cada palavra. É como se o tempo não tivesse passado e estivéssemos de
volta, sentadas no chão do quarto, compartilhando segredos e rindo até a barriga
doer. Senti tanta saudade disso.
E que ideia maravilhosa essa do seu "quarto de bagunça", ou melhor, seu estúdio!
Adorei o nome e, mais ainda, o letreiro que você planeja: "Agora pode!". É a mais pura
verdade. Chega uma hora na vida em que a gente percebe que a única permissão que
realmente importa é a nossa. E que libertador é se livrar daquela vozinha crítica, não é
mesmo? A minha também me infernizou por tempo demais, mas, assim como você,
estou aprendendo a baixar o volume dela e a subir o som da minha própria risada.
Sua descrição do estúdio me transportou para aí. Consigo ver os cantinhos, os livros,
os lápis de cor, os cristais e até o quadro verde com giz. Que lugar mais cheio de alma,
um verdadeiro reflexo de quem você é. É um santuário para a sua garotinha, um
espaço onde ela pode ser livre, criativa e, acima de tudo, feliz.
Você perguntou da minha garotinha... Ah, ela anda por aqui, mais presente do que
nunca. Por muito tempo, eu a mantive meio escondida, achando que a "adulta
responsável" não tinha espaço para ela. Mas, assim como você, percebi que a essência
é a mesma. A minha garotinha ainda ama olhar as nuvens e encontrar formatos de
bichos, ainda se encanta com o cheiro de chuva na terra e ainda tem um desejo
incontrolável de pisar em poças d'água (e às vezes, eu a deixo fazer isso)
segunda-feira, 10 de junho de 2019
O Corpo Fala
O CORPO FALA
Acordei hoje com uma frase na cabeça: o corpo fala. Tem dias que as coisas são bem assim, uma música que fica cantando dentro da gente, lembranças distantes que resolvem sair lá do baú, e hoje foi isso. Lembrei logo do Pierre Weill, autor de um livro famoso com esse título. Fiquei me perguntando o que meu corpo, então, estaria querendo me falar e comecei a organizar coisas em casa, com ideias e tarefas simbolizando intenções, como gosto de dizer. Talvez faltasse música na casa. Providenciei. Ah, quem sabe uma daquelas ginásticas energéticas que costumava fazer todos os dias? Peguei o colchonete debaixo da cama e o abri perto do computador: música, maestro! Percebi que tinha sede, sim, precisava de água. Bebi a água feliz da vida. Estava seguindo as pistas. Comecei a cantar, e me senti melhor ainda. Livre! Deliciosamente me estiquei e acordei cada pedacinho dorminhoco do corpo, ao ritmo de Ray Conniff. O sol batia na janela, enquanto me preparava para os movimentos, e deixei que me enviasse sua mensagem de fortaleza e alegria. Foi quando o corpo pediu uma ducha gelada. Ri sozinha de uão pedindo uma caminhada no modo passeio. Como aprendi que com intuição não se brinca, segui as pistas que fluíram lá do inconsciente direitinho e tive um lindo dia.ma memória: o banho geladíssimo em Teresópolis, cidade serrana lá no Rio, nas férias de julho, em pleno inverno, que me deixava tão bem disposta e sem frio. Gostei do desafio e da vitalidade que adquiri. Mais uma atualização de cenário antigo na vida atual, que finalizou sua express
Compartilho aqui minha lição de hoje: para que possamos matar
o discípulo que ainda mora em nós, deitado numa rede à espera do mestre, que
tal abrirmos nossas maletas existenciais e usarmos as ferramentas que temos: confiança,
alegria, criatividade, leveza, só pra começar? Que possamos então ouvir o nosso
corpo, certo? Porque sem ele não vamos a canto nenhum.
terça-feira, 4 de junho de 2019
Alegrias Matinais
Alegrias Matinais
Era um sonzinho agradável entrando pelo sonho adentro, e aí caiu a ficha: 5:15 da manhã. Tudo escuro. Levantei, lembrei que uma pequena maratona me aguardava, fui preparar café e carregar meu celular. Mais uma daquelas consultas médicas na ordem do dia, passando por filas, esperas e mais esperas, pensei. Vesti-me, coloquei um lanchinho e o livro menos pesado e interessante do momento na bolsa, chamei o táxi, e lá fui eu, achando que nada de novo ocorreria. Talvez seja esse o nosso pior engano: acreditar que tudo é sempre igual, por sermos completamente cegos aos novos eventos que o universo nos lança, ali, bem na nossa cara.
Já na fila, um papo com a mulher da frente me fez lembrar de
episódio semelhante, quando várias pessoas trocaram receitas culinárias regadas
a risadas gostosas numa fila e o tempo voou. Mas,nessa mulher percebi umas
gotinhas amargas de resmungo, e fui saindo de fininho do papo, mantendo meu
lugar na fila atrás dela, além de fixar um sorriso idiota e enigmático. Não
tenho mais paciência para a energia da reclamação em canto nenhum, quanto mais
numa fila para atendimento médico. Mas, passou. E subi para outra sala de
espera, decidida a experimentar a vida do jeito que ela é, observando,
sorrindo, pensando...sentada ali, ao lado de gente que nunca vi, mas todos em
busca da mesma coisa que eu: atendimento médico. Rapidamente fui transferida
para mais outra sala de espera, e ali encontrei novamente a primeira mulher, e abri
imediatamente o tal sorriso (se quiserem saber como faço, manda uma mensagem).
Mas, já que a outra paciente ao meu lado era sorridente, num instante estávamos
trocando informações engraçadas sobre nossas aventuras pela estrada da saúde.
De muito bom humor (ainda bem, )fui chamada pelo médico, um sujeito objetivo e
desagradável no início, que foi se tornando mais flexível no final da consulta,
mas acho que foi o olhar de mãe dando bronca que lhe lancei, no estilo “ai,ai,ai,
menino!”(acho que vou dar um curso sobre interpretações aludidas). Ser mulher madura tem suas vantagens, mas
voltando à “vaca fria”, esse era o momento para conexões espirituais, pedindo
orientação ao povo lá de cima para não
botar a perder uma consulta que levou um ano para acontecer. Engoli um sapo e
fui transformando o bichinho em príncipe, e assimilei o que
realmente interessava: houve um equívoco no diagnóstico anterior, eu estava
livre de remédios, e com a indicação médica
para fazer o que amo, ou seja, me exercitar. Para sempre. Não sei mais muito
bem o que a palavra sempre significa, mas...ah, era isso? Ok, então vamos
saltitando para casa, cantando “Liberdade, abre as asas sobre nós”.
Aí, (achou que tinha acabado?), a motorista do táxi que chamei,
simpática e culta, me brindou com sua gostosa companhia. Entre nossas
afinidades, troca de informações e risos, compartilhamos alegria, um contágio
de vibrações positivas durante a viagem, a ponto de parecermos amigas de longa
data.
Entrei em casa com uma sensação parecida com aquela que eu
tinha quando brincava a manhã inteira e chegava em casa feliz. Quem já sentiu
isso vai me entender, porque já se deu conta da simplicidade das coisas quando
a gente para de reclamar, de criar expectativas trágicas, e se entrega um pouco
à vida. Confiando que nada é ao acaso, quem aprende a agradecer ganha o
privilégio de poder estar no lugar certo, na hora certa, do jeito certo, e
participar da grande jogada da vida.
Visitem meu site, lá tem mais!
http://ruttysteinberg.com
Visitem meu site, lá tem mais!
http://ruttysteinberg.com
segunda-feira, 3 de junho de 2019
SOBRE SAÚDE E CURA
SOBRE SAÚDE E CURA
Que tal colocar algumas ideias em ordem? Não vai mal uma reflexão sobre saúde, cura e bem estar. Afinal, só se fala nisso nas redes sociais, nas conversas, através de mensagens sobre cursos, ofertas de soluções cheias de atalhos e fórmulas mágicas, enfim, são tantas informações e propostas que recebemos a cada momento... Às vezes até nos sentimos fora do eixo, depois de tantas sugestões tentando nos convencer que as verdades sobre nós mesmos vêm de fora, e estão brilhando nos anúncios que desfilam na nossa frente a cada segundo. Haja lucidez!
Refletindo mais um pouco, organizando tais informações que
saltam aos nossos olhos juntamente com os livros que nos chegam às mãos, parece
existir um consenso entre os pensadores dessa área sobre a dedicação infeliz que muitas vezes damos a atitudes
críticas, maldosas, rancorosas, vingativas,
geradoras de sofrimentos físicos e mentais. Afirmam que, mais cedo ou mais tarde,
se manifestarão em sintomas as sementinhas que plantamos em nossos jardins e que
vêm se instalando confortavelmente dentro e ao redor de nós, enquanto brincamos
de poderosos. Triste, né?
Pois é, quando nos daremos conta da necessidade de um olhar para
dentro de nós mesmos, enquanto buscamos anular o veneno mental que penetrou nos
núcleos de cada célula nossa de cada dia? Respiremos a força vital que vibra
pelo ar, e enquanto é tempo, ajudemos a natureza na reconstrução que ela tem pela frente: nossa
e a do ambiente que nos cerca, mesmo que disso não tenhamos consciência. Ao invés de clicar em promessas mágicas e
duvidosas, que tal clicarmos no trabalho com pensamentos e sentimentos? É grátis e dá resultados palpáveis quanto à
evolução da consciência. Nos laboratórios da existência, trabalhadores disponíveis
e invisíveis aguardam ansiosamente pela nossa decisão.
Assinar:
Comentários (Atom)






